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terça-feira, 24 de maio de 2011

Himenoplastia: Religião ou Estética, respeito à decisão da paciente!

Falar de virgindade sem falar de religião e cultura é muito difícil. O himem sempre significou pureza, castidade. E não vamos somente às culturas orientais maometanas. A nossa cultura cristã determina a virgindade para religiosas como forma de casamento com Cristo.
É um assunto que mexe muito com o imaginário, o preconceito e a própria conduta pessoal de cada um. E de nós, médicos, também.
Desconheço que a himenoplastia seja proibida em alguns países mas certamente isso deve acontecer em culturas africanas e muçulmanas, onde o controle étnico é imperioso.
Vários tipos de hímens

O que justifica, culturalmente a cirurgia? Há um livro bastante interessante sobre as “patricinhas muçulmanas” onde a virgindade é encarada de uma forma muito séria chamado Vida Dupla, da escritora Rajaa Alsanea.
Muitas religiões criaram normas rejendo o comportamento sexual humano. As normas da religião judaica estão no Velho Testamento e a cultura cristã adotou muitas dessas normas, adicionando outras conforme os ensinamentos das diversas igrejas. O Alcoorão é o depositário, por outro lado, da cultura muçulmana. Essas normas determinam que alguns tipos de comportamento são sempre errados e portanto, devem ser evitados. Todos temos o direito de escolher as normas segundo as quais pretendemos viver assim como praticar alguma religião. No entanto, quase todos compartilhamos a opinião de que um comportamento sexual egoista, destituido de afeto, é indigno. E isso não se aplica somente ao comportamento sexual mas a vida como um todo. O certo é que somos diferentes, temos necessidaes e maneiras diferentes de viver. Algumas pessoas têm um contato sexual com apenas uma pessoa durante toda a sua vida. E convivem muito bem assim. Outras podem mudar de opinião ao longo de sua vida e experimentar novas alternativas de relacionamento. O que acontece é que, em especial no Brasil, vivemos uma mistura de religiões muito grande o que propicia que a pessoa mude ou conheça pessoa de outra religião e adquira os aspectos culturais e normas sexuais dessa. E não podemos nos esquecer daqueles que não tem nenhuma religião. Talvez para esses, seja difícil entender como pessoas podem ser felizes vivendo os ensinamentos da Bíblia, da Igreja ao qual pertencem ou ao Alcoorão. O Concílio Vaticano II considera tais valores como como “carismas necessários à vida da Igreja” vivendo o celibato e a virgindade como uma “aliança na fidelidade criativa com o Criador”.
A verdade é que sexo não é uma coisa que a gente possa guardar dentro de uma caixinha e só tirar na hora de usar. O que fazemos do sexo reflete a nossa maneira de encarar a vida. O pesquisador americano Alex Confort diz que caso a nossa vida sexual não combine com nossas outras atitudes, com o que acreditamos ser importante e correto, dificilmente conseguiremos tirar o melhor proveito dela. A fé religiosa é uma maneira pela qual as pessoas tentam obter um modelo definido para suas próprias vidas, independente se se goste ou não.
Não acredito, portanto, que seja antiético realizar um procedimento como este. Não é minha competência julgar conduta religiosa de quem quer que seja, se dentro de padrões éticos e de respeito a vida. Mulheres que conheceram homens de culturas diversas da sua, que preservam a instituição da virgindade têm o direito de entrar pela porta da frente nestas culturas, mesmo que seja com o auxílio da ciência.
Alguns casais, com muitos anos de vida em comum, utilizam da himenoplastia ou de procedimentos outros penianos, para inovar na relação. Há uma carga midiática grande de “aquecer a relação” onde infelizmente, não é considerada a consulta a um terapeuta sexual antes de qualquer coisa. Entretanto, apesar de alguns casais que entraram para Igrejas Evangélicas e procuram a himenoplastia como parte da “recuperação” da vida “com Deus”, isso não é o mais comum em nossa cultura. O que acontece mais são mesmo jovens que conhecem homens de origem árabe provenientes de uma cultura irredutível em matéria de virgindade e que para entrar nessa cultura, devem se submeter a seus preceitos. A restauração do hímen passa a ser condição “sine qua non” para que isso aconteça.
Falando agora de maneira anatômica, o himem é uma membrana que circunda o intróito vaginal. Essa membrana pode não se romper, se grande em seu diâmetro ou se flácida, permitindo assim o intercurso do pênis. Isso, muitas vezes, ainda pode criar constrangimento.  Pode não sangrar em uma “segunda” primeira vez, apesar de mais fibrótica e isso provocar um sangramento maior, o que também é possível de acontecer. Por isso é muito importante saber o por quê na cirurgia. Algumas paciente acham, por outro lado, que com a himenoplastia deixarão o introito vaginal mais estreito o que não é verdade pois esse estreitamento depende da musculatura e de outras estruturas do períneo.
A restauração do himem é muito simples. Fazemos incisões em cunha nas abas que sobraram com sutura delicada entre elas e recomendamos atividade sexual 30 dias após a cirurgia. A dor pode acontecer de forma mais intensa que da primeira vez pela lesão ser previamente produzida.  O que não podemos esquecer é que a valorização da virgindade é um conceito pessoal e de tradição social ou familiar. Questionar isso é o mesmo que questionar a própria cultura à paciente. E essa não é uma função médica!

Dr. Jorge Gioscia Filho
jgioscia@ibest.com.br
51 81778018

terça-feira, 12 de outubro de 2010

POSTECTOMIA - CIRCUNCISÃO

CIRUNCISÃO
POSTECTOMIA
CIRURGIA DA FIMOSE
RETIRADA DO PREPÚCIO



Vários são os nomes para este procedimento milenar.



A circuncisão é provavelmente a mais antiga cirurgia do mundo e talvez uma das cirurgias mais executadas. É uma cirurgia que freqüentemente era realizada por motivos familiares, culturais e religiosos. As culturas monoteístas fazem da secção da pele do pênis a aliança com Deus. Entretanto, hoje é recomendada pela Organização Mundial da Saúde, mesmo na ausência de qualquer problema peniano, ou ainda por uma opção estética, no intuito de prevenção à AIDS e ao Câncer.



Calcula-se que em todo o mundo, 1 em cada 7 homens é circuncisado. No universo islâmico e judaico a circuncisão é ritualmente executada em todos os recém-nascidos masculinos.



Quando o prepúcio cobre toda a glande, formando um anel fibroso em sua extremidade que não permite a retração da pele e exposição da glande caracteriza-se a fimose, que deverá ser corrigida através da cirurugia.



A Postectomia ou Circuncisão, então, é nada mais nada menos do que a retirada do prepúcio, que é esta pele que cobre a extremidade do pênis, conhecida como glande. O prepúcio tem como função proteger a glande contra traumatismos diversos, pois os mesmos eram freqüentes no homem primitivo que vivia nu.

Como uma medida de higiene, a Postectomia é extremamante útil para impedir a acumulação de uma secreção genital chamada esmegma, no espaço entre a glande, a coroa e o prepúcio, que a recobre. A dificuldade da limpeza e retirada do esmegma promove um mal cheiroso campo de cultivo de bactérias que podem causar grande irritação porvocando lesões pela coceira excessiva, abrindo a porta para infecções.



Recentes estudos mostram que a circuncisão pode ajudar a prevenir infecções nos rins e nas vias urinárias. Outros estudos, realizados em centros médicos africanos mostram que os homens incircuncisos têm mais probabilidade de contrair infecções por via sexual do que os homens circuncidados. O motivo mais aceito é de que o prepúcio proporciona um ambiente tépido, úmido, que dá ao agente infeccioso mais tempo de sobrevivência e oportunidade para infiltração no organismo.

Processos inflamatórios crônicos, também chamados balanopostites, infecções de repetição com pouca resposta à medicação local e oral, além do desconforto durante a atividade sexual são indicações precisas da postectomia, sendo muitas vezes já definida pelo próprio paciente no momento da consulta.

A postectomia é feita sob anestesia local, na forma de cirurgia ambulatorial (fora dos centros cirúrgicos mais complexos), sem a necessidade de sedativos ou antibióticos. A sutura é feita com fios absorvíveis, ou seja, os pontos caem sozinhos não sendo necessária sua retirada.

Após a sutura da pele, um curativo compressivo deve permanecer por cerca de 5 dias, devendo ser trocado a cada banho e a cada micção.



O ato cirúrgico tem uma duração média de trinta minutos, após o qual o paciente está apto a regressar as suas atividades no dia seguinte.

Dr. Jorge Gioscia Filho
jgioscia@ibest.com.br
51 81778018

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Bioplastia Peniana


Bioplastia Peniana
Alternativa Estética para o bem estar masculino

Existe toda uma cultura milenar a respeito do pênis. O pênis sempre significou virilidade e, conseqüentemente, poder. Muitos homens transformam isso num grande problema, criando dificuldades em sua auto-estima e em seus relacionamentos.
Em relação aos aspectos estéticos relacionados com a estética peniana, os aumentos do comprimento e da espessura são os mais procurados.


A Bioplastia Peniana vem sendo aplicada com bastante sucesso e já é uma técnica consagrada do arsenal médico na condução das questões estéticas relativas à espessura do pênis. Desde implantes temporários até implantes definitivos são utilizados.


Apesar de já existirem implantes sintéticos que produzem bons resultados estéticos sempre é importante a procura de novas alternativas.

Por exemplo, o PMMA, um material muito usado para bioplastia facial, é de baixo custo, mas seguidamente provoca nódulos no pênis, quando mal colocado, em mãos inadequadas, o que para alguns pacientes e suas(seus) parceiras(os) pode ser inconveniente. Entretanto, tem se mostrado, depois de vários anos, como uma alternativa bastante segura.

A Poliacrilamida, um outro material, apresenta resultados cosméticos espetaculares, mas já foram relatados casos de infecção devido a sua afinidade com estafilococo, um germe de difícil manejo com antibióticos, além de seu custo elevado.

O Ácido Hialurônico tem a desvantagem de ser absorvível, desaparecendo em cerca de 18 meses. Mas se mostra bastante seguro, sem complicações maiores. É muito utilizado nos EUA e Japão.

A Gordura, bastante utilizada na França, além do trauma significativo em função da lipo, provoca uma absorção de até 60% da quantidade injetada.

O DMS, durante muito tempo, demonstrou segurança sem infecções. Temos recebido, entretanto, alguns pacientes que utilizaram o DMS há alguns anos e que têm apresentado inflamações, aparentemente por traumas sequenciais. Há necessidade de intervenção cirúrgica prévia. O paciente deve ser postectomizado (ter realizada cirurgia de fimose).

A BIOPLASTIA PENIANA é um procedimento ambulatorial, realizado no próprio consultório, não havendo a necessidade de um repouso mais intenso. A atividade sexual pode se dar em cerca de 5 a 7 dias. Nossa experiência é de mais de 800 pacientes. Os resultados cosméticos são totalmente satisfatórios, além do baixo custo se relacionado a outros produtos ou a implantes cirúrgicos.São efetuadas, conforme avaliação prévia com o paciente, de uma a seis sessões, de 10 a 15ml cada, a cada quatro semanas.

Os ganhos com o perímetro podem variar de 0,7 a 0,9cm a cada 10ml. As assimetrias, quando ocorrem, podem ser corrigidas ao longo do tratamento.

O melhor método, a melhor alternativa passa por uma avaliação prévia e uma conversa aberta e franca entre paciente e especialista.


A Bioplastia Peniana é segura e bastante eficaz e o que é mais importante, traz de volta a auto-estima dos pacientes.

terça-feira, 23 de junho de 2009

A ESTÉTICA DO PÊNIS


O pênis, desde as épocas mais remotas, sempre esteve relacionado no imaginário masculino com força, poder e capacidade reprodutiva.
Praticamente todas as culturas primitivas apresentaram uma veneração especial ao tamanho ao aspecto do falo. Essas culturas tribais ancestrais, em todos os continentes, desenvolveram técnicas para o aumento do pênis, a partir da observação de costumes milenares. Indígenas peruanos, por exemplo, que chegavam a ter membros com mais de 30cm pela aplicação de tração por pedras e cerâmica em seus pênis.
Mesmo sem nenhum conhecimento de expansão tecidual sabiam que, pelo uso de tração, o membro masculino, assim como várias outras partes do corpo, também era passível de aumento.

Além, destas questões simbólicas, relacionadas principalmente com a dimensão do pênis, outros aspectos também são diretamente ligados à valorização da estrutura da genitália masculina.
A importância da valorização dos aspectos estéticos principalmente da face, e do corpo numa segunda instância, é de primeira prioridade, por serem o nosso “cartão de visita” social. A importância da valorização dos aspectos estéticos do pênis e região genital se deve por ser o nosso “cartão de visitas” sexual. Os constrangimentos decorrentes de uma série de alterações da estética peniana e genital podem ser enormes gerando verdadeiros tormentos existenciais, muitas vezes maiores do que qualquer outra insatisfação estética.
De suma relevância e de uma incidência bem maior do que se pensa é a questão do envelhecimento precoce do pênis. Usualmente, observamos que os sinais de envelhecimento se manifestam mais no rosto e nas mãos.
Não nos conscientizamos de que o pênis é o órgão que primeiro sofre com os efeitos do estresse.
Qualquer aumento da concentração de adrenalina na corrente sangüínea provoca vasoconstrição intensa no pênis antes de qualquer outra manifestação do organismo como dilatar a pupila, eriçar pelos, acelerar o coração, etc... Deste modo todo homem submetido a um estresse contínuo, desde que predisposto, vai ser acometido por processos degenerativos por uma isquemia peniana prolongada. Nestes casos além dos possíveis danos funcionais é comum um envelhecimento notório da pele, tornando-se enrugada, quebradiça e de um aspecto escurecido, desproporcional na maioria dos casos ao envelhecimento da face ou das mãos. É uma situação estética que pode trazer grande sofrimento psicológico e que temos através da Carboxiterapia ou da injeção de implantes sintéticos, estimulando a neo-colagênese e distendendo os tecidos, alternativas eficazes e passíveis de solução.
Há alguns anos estes assuntos eram tabu. Falar sobre o próprio pênis nas rodas de amigos servia apenas para contar vantagem. Hoje, mais do que nunca, o conhecimento sobre o próprio corpo é absolutamente necessário como forma de prevenir doenças. O importante para o paciente previdente é ser informado completamente de todas as patologias presentes na genitália masculina, o que fazer como prevenção, e as perspectivas e riscos que são comuns a qualquer procedimento estético, cirúrgico ou não. É fundamental que o paciente procure um profissional com larga experiência no assunto, competente, reconhecidamente idôneo, e que, principalmente, tenha condições de dar a real dimensão do processo e suas limitações, evitando as falsas expectativas.
Até mesmo, homens com pênis de tamanhos médios e grandes estão interessados no benefício que estas técnicas podem lhes dar. A natureza do homem do terceiro milênio exige que ele esteja bem consigo mesmo. Milhares de homens estão procurando uma solução para alterar esta herança genética, gerando como conseqüência um enorme acervo de conhecimento e experiência, fazendo com que o grande beneficiado seja o paciente. Comprova esta assertiva sobre a importância do tamanho e do aspecto do membro, para a integração da auto-estima masculina, o fato destes procedimentos já serem bastante comuns em centros de Medicina Estética entre os homens nos Estados Unidos e na Europa, ocupando o sexto lugar em incidência de procura no ranking estético, indo desde a bioplastia para aumento da circunferência até a cirurgia para o aumento peniano.

Uma gama muito variada de insatisfação com a estética genital causam desconforto à auto-estima masculina. Desde o tamanho do pênis, que seguramente é a questão mais valorizada, passando pelo formato do membro, da bolsa escrotal, alterações relacionadas com a pigmentação da região genital – o vitiligo é relativamente freqüente no pênis – até alopecia de pelos púbicos podem afetar e constranger muitos homens.

A seguir vamos enumerar as alterações que geram desconforto aos homens mais comuns em relação à Estética Genital:

1. Tamanho do pênis: Comprimento e/ou espessura
2. Formato do pênis
3. Prepúcio exuberante (excesso de pele)
4. Curvaturas (Doença de Peyronie ou Curvaturas Congênitas)
5. Hipercromias, acromias, nevos, cicatrizes e sinais.
6. Freio curto
7. Flacidez da bolsa escrotal
8. Implantação alta da bolsa escrotal (Escrotalização da haste peniana)
9. Cistos da bolsa escrotal
10. Hidrocele
11. Varicosidades(Varicocele)
12. Agenesia ou hipotrofia testicular
13. Tamanho da bolsa escrotal
14. Recuperação de prepúcio(Pacientes circuncidados)
15. Fimose e parafimose
16. Deposição excessiva de panículo adiposo subrapúbico
17. Envelhecimento precoce da pele do pênis


Como vimos, as questões estéticas genitais masculinas são da mais variada ordem, muitas delas similares a quaisquer outras demandas estéticas de outras regiões do corpo. Seria impossível querer abordar todos os temas estéticos genitais pela sua amplitude num simples texto informativo.

Questione seu médico, procure um especialista em Estética Genital. Cuide-se! Se estética é cuidar de si, é melhorar a auto-estima, é também uma questão de saúde.
Dr. Jorge Gioscia-Filho
Prof. Assistente do Curso de Medicina Estética da ASIME
Especialista em Cirurgia Vascular pela AMB
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual
Membro da International Society for Sexual Medicine
celular: 51 81778018

segunda-feira, 22 de junho de 2009

O Banho Masculino

















Uma alternativa terapêutica para o autoconhecimento


É cada vez mais importante falar da sexualidade masculina. O homem, esse macho de pênis ereto, forte e viril, mudo e petrificado para o sexo mas opressor e repressor para a vida pode ser, dependendo da nossa vontade e daí a importância de se falar sobre a sexualidade masculina, uma figura prestes a entrar para o museu do comportamento humano.

Não é este homem o homem do século 21. As mulheres trouxeram à luz a discussão sobre a sexualidade, primeiro pela Revolução Industrial e logo no final dos anos trinta, com a II Guerra Mundial. O que é bom, o que é gostoso, o que dá prazer foi motivo de discurso durante todo o século 20. As mulheres, que adquirem sua própria identidade, trabalhando, primeiro como mão-de-obra barata nas fábricas e, com a evolução, andar par e passo com os homens, vão pondo em xeque a figura machista. E esta figura machista foi cada vez mais tomando outros contornos.

Para Gikovate, do ponto de vista propriamente sexual, o machismo se manifesta como um exibicionismo não prazeroso, numa espécie de teste onde o homem deve se mostrar macho e reiterar, a todo o momento para si e para os outros, que é competente para as relações sexuais e não é homossexual.

Só que esta figura machista faz da vida sexual um blefe, como fala Mc Carthy. Uma luta desesperada para manter a imagem da infalibilidade e do grande desempenho pelo tamanho do pênis, número de gozos, pronto a qualquer hora, em qualquer lugar. Uma verdadeira máquina de sexo. Só que um funcionamento nestes padrões é próprio das máquinas e não de pessoas.

Parece claro que este aspecto comportamental se condiciona no ensinamento que temos ainda crianças a esconder nossos sentimentos. Como diz Druck, somos treinados para ocultar nossas emoções. Meninos não choram, não se abraçam, não se beijam. São instigados a isso por uma formação familiar machista e conscientemente repressora. Entretanto, um menino que não chora, um menino que não pode externar seus sentimentos é um adulto sem afeto.

Como parte integrante desta criação cultural, além dos sentimentos escondemos nossa própria sexualidade. E isso não é de agora. Nossa tradição judaico-cristã nos empurrou por bem e por mal, no confessionário ou nas fogueiras da Inquisição, a reprimir ao máximo nossa sexualidade. Só que hoje sabemos que já no primeiro ano de vida a descoberta de sensações agradáveis com a manipulação dos genitais dá início à nossa consciência sexual. Aprendemos que nossa região genital é feia, suja e deve ser escondida, o que nos traz vergonha. A obediência aos pais trava o conhecimento do nosso próprio corpo criando um adulto que não se conhece, não se toca, que dá a mínima atenção possível a si, diminuindo consideravelmente a chance de aproveitar sua sexualidade de uma maneira completamente natural.

O homem do século 21 não se deve deixar levar pelos velhos mitos sobre o tamanho do pênis e o conseqüente prazer da parceira, ou de que o homem nunca falha ou ainda de que o álcool é um estimulante sexual. O homem do século 21 deve treinar-se para ser mais sensível como um todo e não apenas genital. O foco das sensações não é o pênis mas o corpo por inteiro, em cada pequeno centímetro de pele. Mc Carthy salienta que a maior parte da infelicidade sexual resulta das poucas experiências de aprendizado que tivemos. Produzimos com isso uma importante falta de comunicação, compreensão e sensibilidade associadas a uma tremenda culpa ou vergonha.

O propósito deste texto é poder adicionar, ao precário arsenal terapêutico que dispomos, uma alternativa para o paciente exercitar e, conseqüentemente, externar seus sentimentos, suas sensações, seu autoconhecimento através do banho.


O Culto ao Banho

O banho, desde as primeiras culturas, foi tratado com uma certa magia. As banheiras de águas mornas lembram úteros maternos. A água corrente assim como limpa as impurezas do corpo, segundo tantas religiões, limpa também as impurezas do espírito. A magia, no entanto, acontece quando colocamos este enorme órgão do sentido a funcionar, espalhado pela infinidade de poros de nossa pele. Nossa cultura transformou o banho em um ato burocrático e exclusivo para a higiene pessoal. O gasto com a água e com a luz, o compromisso próximo que se aproxima ou simplesmente um banho rápido antes de dormir. Qualquer um pode ser motivo para o homem não se tocar e, conseqüentemente, não se descobrir. Nos tocamos, é verdade. Mas para a masturbação, prazer focalizado para o mesmo pênis ereto do início deste texto.O banho que propomos é uma sessão de relaxamento, um momento de autoconhecimento, de descoberta de sensações e, também, um ato de higiene pessoal.


O Início

Um banho como sessão de relaxamento não tem uma melhor hora para acontecer. Há que se levar em conta, entretanto, que é uma atividade de relaxamento, sem hora marcada para terminar.

Música, aromas, luzes ou velas podem acompanhar a preparação. Apesar das muitas resistências que possam vir a acontecer no início do processo terapêutico, a grande maioria dos pacientes acaba cedendo ao encanto de ter todas as sensações a sua disposição, todos os órgãos do sentido em vigília criando, inclusive, alternativas, introduzindo iluminação e sons diversos.

Um exame do corpo no espelho, da pele, dos contornos, da musculatura, da estrutura da coluna ao se olhar de perfil, do cabelo, da face em especial, da barba, dos pelos do corpo, também ajuda a iniciar a preparação para o banho. Avaliar a própria pele, sinais, marcas. Ou admirá-la, seja “in natura” ou com tatuagens. Vaccari comenta da importância de associar o exame do corpo e de tudo o que contribuir para melhorar o contato da pessoa com as próprias sensações.

A observação e a palpação dos genitais é de grande importância. Os testículos são as principais glândulas sexuais masculinas, produtores de testosterona, responsáveis pelas características masculinas. Orienta-se um exame demorado, palpando a bolsa escrotal e os testículos, sentindo sua forma ovalada, envolvidos por pequenos canais que são os túbulos seminíferos. A palpação do saco escrotal pode ser de grande valia na avaliação de tumores de testículo, hérnias, varicocele e hidrocele, alterações no organismo que o próprio paciente pode identificar ainda em períodos inicias o que facilita sensivelmente o tratamento de qualquer patologia que, por desventura, venha a ocorrer.

O próximo passo é um breve alongamento. Banho masculino como relaxamento requer um alongamento prévio. O dia fastidioso de trabalho, as horas ao volante, as preocupações normais do dia a dia requerem uma preparação especial. Membros superiores, membros inferiores, dorso e cintura pélvica devem ser trabalhados, associados a uma respiração calma e profunda.


O Banho

O controle da água deve proporcionar um banho de água tépida, nem quente nem fria, adequada à pele. Também é interessante a presença e o uso do chuveirinho para direcionar pequenos jatos de água para partes do corpo acostumadas apenas com a sensação proporcionada pela água do chuveiro. Deixando a água cair sobre a cabeça e sentindo, em um primeiro momento, só a sensação que ela proporciona enquanto vai descendo pelo corpo, inicia-se o toque. Sabonete líquido pode ser derramado nas mãos e estas deslizarem pelo corpo. Recomenda-se sobretudo calma. Um banho de autoconhecimento não é nem pode ser, necessariamente, rápido.. As mãos devem passear por todo o corpo, em movimentos circulares, pelo tórax, pescoço e membros e as sensações apreendidas sem vergonha ou culpa, alternando toques leves ou mais intensos.
É importante o uso de buchas também. Naturais ou sintéticas podem determinar sensações bastante agradáveis quando aplicadas ao dorso e ao peito além de provocarem uma esfoliação higiênica da pele.

Chegamos aos genitais. Afinal, não há como fugir e é importante que o paciente entenda que, antes de qualquer coisa, é um exercício de higiene e autoconhecimento. Aproveitando as mãos ensaboadas, traciona-se de leve o prepúcio até a exposição total da glande. Com cuidado, a lavagem do pênis, e um outro exame mais detalhado da glande, em especial, pode prevenir uma série de moléstias. Convém explicitar ao paciente da importância do exame da glande, do freio, da presença de lesões e, até mesmo, de ardência miccional. O mesmo toque é direcionado ao ânus. A leve passagem do dedo pode avaliar a existência de quaisquer alterações quais sejam pequenos pólipos, mamilos hemorroidários ou fissuras anais além de desmistificar a vergonha do homem não poder tocar o seu próprio ânus.

A massagem ao couro cabeludo, com sabonete ou xampu, deve ser circular com as palmas das mãos e não só a ponta dos dedos. Vaccari adiciona, a esta alternativa de autoconhecimento aqui relatada, a massagem com o jato do chuveirinho, variando as áreas massageadas e a intensidade do jato, o curvar-se para receber massagem da água morna ao longo da coluna e o de sentar-se no chão, com as pernas cruzadas, fazendo exercício de respiração e recebendo a água sobre a cabeça.

Não será pouca a resposta sobre masturbação durante o banho. E por que não? Afinal, como qualquer exercício de autoconhecimento, o banho é um processo de autoconhecimento sexual. A vontade e o desejo de cada um. Bloquear a masturbação ou interferir nela iria em confronto a todo um processo de desmistificação da sexualidade humana.

Há, ainda, a possibilidade de fazer a barba durante o banho. Além da sensação prazerosa de poder sentir o corte do fio sem dor, a pele acaba adquirindo uma consistência mais macia. Sabões líquidos especiais ou o próprio sabonete devem ser aplicados à pele da face. Aparelhos novos ou de pouco uso são sempre recomendáveis. Em um primeiro momento, sugere-se que o paciente faça a barba com os olhos fechados e depois a corrija no espelho. Não recomendamos a utilização de espelho dentro do Box, no início do processo terapêutico. Até por que depois que o paciente adquirir um conhecimento da “geografia” de seu rosto, não precisará mais de espelho.


O Depois

Uma toalha macia deve enxugar a pele, de maneira calma e tranqüila. Após a primeira enxugada, movimentos circulares levam a toalha a todas as partes do corpo.O mesmo ritmo deve ser adotado na aplicação de um creme hidratante que mais se adecue a pele de cada paciente e a cada período do ano.

O seguimento do banho é da escolha de cada um. Não é dever do Terapeuta direcionar o horário ou a intenção do banho. Se o sono, o trabalho, o passeio ou o amor, não interessa. Mas que seja de uma maneira muito mais aprazível e prazerosa, conseqüentemente.

Há que ressaltar que como qualquer técnica terapêutica, desistências, bloqueios, culpas vão acontecer e é responsabilidade do Terapeuta achar a melhor maneira de conduzir o processo dando tranqüilidade e conforto a seu paciente.


Referências Bibliográficas

GICOVATE, F. O Instinto Sexual. São Paulo, MG Ed. Ass., 1985.
DRUCK, K. Os Segredos dos Homens. São Paulo, Saraiva, 1989.
VACCARI, V.L. Hora do banho: uma forma de recuperação das sensações corporais na psicoterapia. In Aprimorando a Saúde Sexual, São Paulo, Summus, 2001.

Laser e Luz Pulsada na Estética Genital

Laserterapia e Luz Intensa Pulsada(LIP)

A laserterapia aparece hoje como um tratamento bastante seguro para lesões cutâneas, rugas, flacidez e marcas de expressão bem como cicatrizes provocadas por acne e manchas cutâneas.

A laserterapia também pode ser bastante eficaz para corrigir micro varizes ou mesmo trajetos varicosos de forma quase que indolor e sem o inconveniente de um procedimento cirúrgico. A eliminação de pêlos indesejáveis que determinam queixa freqüente em pacientes de pêlos escuros e densos também pode ser realizada por determinados tipos de aparelhos.

O Médico deve estar habilitado à devida utilização destes aparelhos para atingir profundamente as camadas da pele e promover a regeneração celular sem causar lesões externas ou danos à paciente. O estímulo da produção de colágeno é altamente eficaz, propiciando que seu resultado tenha efeito prolongado. O tratamento com Erbion YAGnão requer nenhum tipo de anestesia e os resultados já são visíveis na primeira semana de tratamento, segundo nossa experiência.

Também utilizamos a LIP, luz intensa pulsada. Esta terapêutica gera calor na pele, que atinge vários tipos de alvo: a melanina (sardas), os vasos sanguíneos (microvarizes da face, colo e membros inferiores), além de provocar um aumento na formação de colágeno (flacidez e rugas). Sendo assim, o tratamento inicia-se de forma superficial, para combater as lesões superficiais, como as sardas e microvarizes. Posteriormente, se aprofunda, para estimular a produção de um novo colágeno, proporcionando um melhor aspecto da pele.

O tratamento varia de 2 a 6 sessões, com intervalo médio de um mês entre elas. É praticamente indolor, com relato de leve desconforto pelo calor, e o paciente pode retornar às suas atividades logo após a sessão.

Rejuvenescimento Genital Feminino



Assim como vários profissionais médicos e pacientes se preocupam com a estética do rosto, do nariz, das mamas, do abdome, já há algum tempo vários especialistas em todo o mundo vêm se preocupando com a beleza da estética genital. Afinal, se é possível melhorar esteticamente mamas, pálpebras, abdome por que não melhorar também a estética genital.

Quando a frustração com o corpo se torna um empecilho para uma vida sexual mais gratificante e prazerosa, a Bioplastia Íntima ou a Cirurgia Estética Genital podem, apesar dos preconceitos e da vergonha, melhorar em muito a auto-estima das pacientes.

Muitas mulheres se mostram insatisfeitas com seu corpo e as mudanças de sua vida íntima após o passar dos anos e depois de tornarem-se mães. O silêncio passa a ser, na grande maioria das vezes, seu companheiro, pela vergonha, pelos preconceitos e pelo desconhecimento.


Poucas mulheres sabem que muitas das lesões diretas do canal vaginal após os partos ou com a idade podem afetar tanto a sua vida sexual como a de seu parceiro. Passam, então a sentirem-se envelhecidas sexualmente. Além disso, patologias como a dificuldade no controle da micção, podem causar enorme constrangimento.

A Estética Genital Feminina vem ganhando mais adeptas no Brasil, a cada dia que passa. O objetivo? Ficarem mais desejáveis e preocuparem-se mais com sua saúde e seu bem estar, sem preconceitos.

O Rejuvenescimento Genital é um processo clínico-cirúrgico e fisioterápico que nasceu a partir da preocupação com o bem estar da mulher e sua satisfação sexual como um todo. Há, no entanto, a necessidade de se oferecer um atendimento completo a estas pacientes com uma avaliação clínica, ginecológica e psicológica. O médico deve estar apto e habilitado para responder todas as dúvidas quanto à sexualidade de sua paciente e de seu parceiro ou parceiros. Convém leitura apropriada em psicologia e medicina sobre sexualidade para embasar suas condutas. Mais do que a busca pela beleza e pela saúde, a paciente não pode depositar na Cirurgia Estética Genital a busca do prazer, o que em algumas situações não está longe da verdade.

O ginecologista Nelson Vitiello, uma das maiores autoridades brasileiras em Sexualidade, costumava dizer que “as pessoas tendem a culpar a anatomia pela insatisfação sexual quando o problema pode estar no próprio relacionamento”.

Uma conversa aberta e franca com o especialista mostrará os verdadeiros benefícios da necessidade da cirurgia, clareando às pacientes que a Cirurgia Estética Genital não aumenta o prazer, mas pode alterar a capacidade da mulher em ter uma vida sexual muito mais feliz, o que é o desejo de todos.

A melhora tanto estética quanto funcional da área genital feminina dá às pacientes uma satisfação muito gratificante, restabelecendo sua auto-estima e proporcionando o reencontro de uma vida sexual plena e prazerosa.

Dr. Jorge Gioscia-Filho

Prof. Assistente do Curso de Medicina Estética da ASIME

Especialista em Cirurgia Vascular pela AMB

Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual

Membro da International Society for Sexual Medicine


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Estética Genital Feminina

Medicina Estética Genital

Dr. Jorge Gioscia-Filho


Rejuvenescimento Genital Feminino
Bioplastia Íntima
Cirurgia Genital Feminina.

Você sabe o que é?


Assim como vários profissionais médicos e pacientes se preocupam com a estética do rosto, do nariz, das mamas, do abdome, já há algum tempo vários especialistas em todo o mundo vêm se preocupando com a beleza da estética genital.Afinal, se é possível melhorar esteticamente mamas, pálpebras, abdome por que não melhorar também a estética genital. Quando a frustração com o corpo se torna um empecilho para uma vida sexual mais gratificante e prazerosa, a Medicina Estética Genital pode, apesar dos preconceitos e da vergonha, melhorar em muito a auto-estima das pacientes. Muitas mulheres se mostram insatisfeitas com seu corpo e as mudanças de sua vida íntima após o passar dos anos e depois de tornarem-se mães. O silêncio passa a ser, na grande maioria das vezes, seu companheiro, pela vergonha, pelos preconceitos e pelo desconhecimento.Poucas mulheres sabem que muitas das lesões diretas do canal vaginal após os partos ou com a idade podem afetar tanto a sua vida sexual como a de seu parceiro. Passam, então a sentirem-se envelhecidas sexualmente. Além disso, patologias como a dificuldade no controle da micção podem causar enorme constrangimento.A Medicina Estética Genital Feminina vem ganhando mais adeptas no Brasil, a cada dia que passa. O objetivo? Ficarem mais desejáveis e preocuparem-se mais com sua saúde e seu bem estar, sem preconceitos.O rejuvenescimento genital é um processo clínico-cirúrgico que nasceu a partir da preocupação destes especialistas com o bem estar da mulher e sua satisfação sexual como um todo.Há, no entanto, a necessidade de se oferecer um atendimento completo a estas pacientes com uma avaliação clínica, ginecológica e psicológica. Mais do que a busca pela beleza e pela saúde, a paciente não pode depositar na Medicina Estética Genital a busca do prazer, o que em algumas situações não está longe da verdade. Uma conversa aberta e franca com o especialista mostrará os verdadeiros benefícios da necessidade da cirurgia, clareando às pacientes que a Cirurgia Estética Genital não aumenta o prazer, mas pode alterar a capacidade da mulher em ter uma vida sexual muito mais feliz, o que é o desejo de todos.A melhora tanto estética quanto funcional da área genital feminina dá às pacientes uma satisfação muito gratificante, restabelecendo sua auto-estima e proporcionando o reencontro de uma vida sexual plena e prazerosa.Veja os procedimentos que consiste a Medicina Estética Genital Feminina:

1. Perineoplastia – cirurgia que consiste na reconstrução das paredes e da musculatura da vagina, distendidas pelos partos, pelo peso e pela idade.

2. Himenoplastia – restauração do anel himenal, com redução do intróito vaginal.

3. Ninfoplastia – cirurgia para diminuição dos pequenos lábios vaginais que se tornaram grandes, muitas vezes, depois dos partos.

4. Plastia de Clitóris – diminuição do tamanho do clitóris.

5. Plastia Labial Vaginal – aplicação de preenchimento gel para definir os lábios vaginais além de diminuir seu aspecto escurecido.

6.Abdominoplastia Inferior com Lipoescultura Púbica – cirurgia estética do abdome inferior com biomodelação da região púbica através da lipoaspiração e da ressecção de pele excedente.

7.Bioplastia de Glúteos – aplicação de PMMA(polimetilmetacrilato) intramuscular para definir a estética dos glúteos, sem a necessidade de colocação de prótese.

8. Escleroterapia de Varizes – aplicação de solução esclerosante para varizes vaginais e de membros inferiores.

9. Laserterapia- Aplicação de laser de luz pulsada, com tecnologia GEM para rejuvenscimento perineal e epilação.

Todos os procedimentos podem ser realizados sob anestesia local, em regime ambulatorial, não necessitando internação hospitalar. O retorno às atividades é quase que imediato.

Dr. Jorge Gioscia-Filho
Prof. Assistente do Curso de Medicina Estética da ASIME
Especialista em Cirurgia Vascular pela AMB
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual
Membro da Inetrnational Society for Sexual Medicine


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