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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Tratamento da Disfunção Erétil



Sim... a Disfunção Erétil é o maior medo do homem!
Antes, entretanto, de se pensar em tratamento, todos os exames devem ser realizados para que a indicação da cirurgia seja uma certeza e a última alternativa. Este tratamento final para a disfunção erétil é a colocação de um implante (prótese) de silicone com uma espiral de prata em seu meio.

Se você quiser se inteirar um pouco mais sobre este sério problema que atinge o homem, leia no arquivo de junho, tópicos relacionados com o assunto.

Você gostaria de ver uma cirurgia de colocação de uma Prótese no Pênis? Então vá até Prótese Peniana - FILME que você encontra no menu ao lado, no arquivo do blog.

Um abraço


Dr. Jorge Gioscia Filho
jgioscia@ibest.com.br

Porto Alegre – 51 81778018
André Puente, 78
Moinhos de Vento

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Prótese Peniana - FILME

A cirurgia de colocação de Prótese Peniana para pacientes com disfunção eretiva onde este é o tratamento de escolha, é realizada sob anestesia local assistida em ambiente ambulatorial. Ou seja, o paciente tem alta no mesmo dia. Seu retorno à atividade profissional acontece em pouquíssimos dias. A dor é mínima. A atividade sexual pode ser readquirida em cerca de 30 dias .


Dr. Jorge Gioscia-Filho
Prof. Assistente do Curso de Medicina Estética da ASIME
Especialista em Cirurgia Vascular pela AMB
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual
Membro da Inetrnational Society for Sexual Medicine

jgioscia@ibest.com.br
celular: 51 81212269

Porto Alegre – 51 33323191/33883550
Florianópolis – 48 33488000
São Paulo – 11 55313129

Eu estou IMPOTENTE!!!



Esta é uma frase muito comum no consultório de um sexólogo. Em recente estudo brasileiro, quase 60% dos homens com mais de 40 anos já tiveram um episódio de disfunção erétil. Eu desconfio, por minha experiência, que o número é ainda maior e atingindo uma idade ainda mais jovem.

Quais os motivos, podem perguntar? Stress, vida sedentária, diabetes, aumento do colesterol, diminuição da testosterona, anti-hipertensivos, desilusões amorosas. Tantas outras mais viriam, tantas outras mais listaríamos. O certo é que sim, o flagelo da qualidade de vida masculina está em alta, ou melhor, para baixo!

O poder do falo é milenar. O homem é genital e determina seu poder, sua virilidade e sua masculinidade no falo. O poder da penetração tem um sabor especial. O invadir, adentrar, tomar posse. Coisas do próprio ser humano, de poder, de ter. E de agir, conseqüentemente. Aí, num terrível dia, a pressão nos corpos cavernosos não atinge a marca suficiente para que aconteça a rigidez peniana. E tudo parece ter fim.

Sim, por que a natureza foi cruel com o homem e algumas poucas espécies de macacos. A grande maioria dos mamíferos possui um osso associado ao pênis. Para acontecer a ereção completa em um homem há a necessidade de que o sangue esteja a 240mmHg. A pressão arterial normal varia de 70 até 130mmHg. Como se não bastasse esta diferença, ainda existe um agravante. Essa pressão precisa se manter por um tempo razoável para a prática do coito.

Obviamente, várias coisas podem desestabilizar este frágil sistema hidráulico. Falta de sangue ou excesso de adrenalina. As doenças da circulação, por exemplo, como a ateroesclerose e o diabetes, podem causar alterações na circulação dos corpos cavernosos do pênis muito antes que nas coronárias. Já o excesso de adrenalina provocado nos quadros de ansiedade leva a uma alteração do processo de abertura e fechamento das artérias do pênis, levando à flacidez. Sem falar nas chamadas “fugas venosas”, quando o pênis não consegue manter a pressão do sangue por escape do sistema valvular. Complicado? Muito mesmo. Pois associe a isto toda a carga emocional de perder sua masculinidade.

Assim como nunca existiram drogas milagrosas, não existem soluções fáceis ou difíceis. O que existe é a escolha da melhor ou das melhores alternativas para o tratamento da disfunção erétil. A medicação oral modificou o padrão sexual do século 21, sem dúvida nenhuma.O Vardenafil é uma ótima droga, assim como o Sildenafil e o Tadalafil, cada um para o que melhor achar apropriado o terapeuta. As técnicas cirúrgicas também têm seu lugar após exaustiva investigação.

A Terapia Sexual é de grande valia não somente nos quadros de forte comportamento psíquico mas como adjuvante no pré e pós operatório de pacientes submetidos à colocação de implantes penianos.

Sem dúvida, existe a solução para a disfunção erétil! Mas essa solução passa pela procura e escolha de um bom e capacitado profissional.

Vá em frente, não esmoreça e transforme o título deste texto em passado.

Dr. Jorge Gioscia-Filho

Prof. Assistente do Curso de Medicina Estética da ASIME
Especialista em Cirurgia Vascular pela AMB
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual
Membro da International Society for Sexual Medicine

jgioscia@ibest.com.br
celular: 51 81212269

Porto Alegre – 51 33323191/33883550
Florianópolis – 48 33488000
São Paulo – 11 55313129

IMPOTÊNCIA ou DISFUNÇÃO ERÉTIL


IMPOTÊNCIA:
O que fazer para curar este mal?



O que até bem pouco tempo era conhecido como Impotência, convencionou-se chamar de Disfunção Erétil. De qualquer maneira, não interessa o nome que se dê ao “fantasma”. O que se sabe é que ele existe e assusta uma legião de homens em todo o mundo. Estima-se que cerca de 8 milhões de brasileiros são acometidos por este problema que não tem sua importância devida graças ao machismo da sociedade ocidental. É mais do que isso. A disfunção erétil age no íntimo de cada homem, na sua masculinidade, no instinto do macho que, por uma alteração qualquer da natureza, não consegue mais satisfazer o seu prazer, exercer sua virilidade ou seu desejo de preservação da espécie.

Esta parte tão complexa da medicina, onde vários fatores têm influência, requer uma abordagem cautelosa . É certo que cada homem que procura um consultório médico vai atrás de uma resposta ágil. O Viagra veio solucionar uma série de disfunções de origem psicológica e vascular, onde a necessidade de produzir a ereção é pequena. Mas o que fazer com pacientes que, mesmo com o Viagra, não atingem a ereção plena ou não querem ficar tomando o medicamento o resto da vida?

O período “pós-Viagra” incentivou uma série de pesquisadores a voltar para uma análise integral deste problema tão complexo. O objetivo inicial do diagnóstico é identificar se a disfunção é de origem psicogêncica, orgânica ou mista. Uma conversa criteriosa e calma sobre a situação sexual, psicossocial e médica de cada paciente dá, na maioria das vezes, o caminho a ser seguido. A partir daí, exame físico e exames complementares vão definir o tratamento a ser instituído.

A terapia com drogas de fácil administração, baixo custo, resposta imediata e com mínimos efeitos colaterais é o principal desejo tanto de médicos quanto de pacientes. Entretanto, isso ainda é apenas um desejo. Um grande número de fármacos tem sido proposto nos últimos anos, alguns com resultados satisfatórios, outros nem tanto, outros ainda em fase de análise.

Quanto às cirurgias, tanto de derivação vascular quanto de colocação de prótese, requerem um tratamento especial. Em primeiro lugar, uma conversa abordando todos os prós e contras para paciente e sua companheira é fundamental. A participação da companheira tem um significado importantíssimo na medida em que o problema tem de ser encarado de forma médica e na cumplicidade do casal e não como uma perda da masculinidade.


Deve ser realizada uma avaliação minuciosa do sistema venoso e arterial do plexo pudendo e das artérias que dão irrigação ao pênis para identificar qual o procedimento cirúrgico mais adequado.

Quanto às próteses penianas, seu objetivo é simular uma ereção, não alterando a sensibilidade, o orgasmo ou a ejaculação. São colocadas, geralmente, sob anestesia local assistida, não requerendo internação hospitalar e o paciente pode voltar às suas atividades cerca de uma semana após o procedimento e as relações sexuais são liberadas em 30 dias.


O que mudou na abordagem da disfunção erétil é a abordagem ao paciente. Ele deve sentir-se seguro para relatar ao médico suas ansiedades mais íntimas. E o médico, por sua vez, deve ter a percepção para ouvir e identificar qual o melhor caminho para a resolução deste difícil problema masculino.